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Segurança no Trabalho: Ergonomia e DORT

Ergonomia no Espaço de Trabalho

  • Anotações referente ao estudo sobre Segurança no Trabalho provenientes de módulo de estudo do Instituto Monitor - © direitos reservados
  • Condições de trabalho, que envolvem aspectos relacionados ao
    • levantamento,
    • transporte
    • e descarga
      • de materiais,
    • ao mobiliário,
    • aos equipamentos
    • e às condições ambientais do posto de trabalho
    • e à própria organização do trabalho.
  • em cada tipo de trabalho acabam predominando os fatores ergonômicos negativos,
    • que trazem sérios riscos para a saúde do trabalhador,
      • tais como posição viciosa do corpo
      • ou postura inadequada de trabalho,
      • má organização e ritmos inadequados de trabalho,
      • atividades repetitivas por longa jornada de trabalho etc.
  • São esses fatores ergonômicos negativos que muitas vezes causam
    • os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho,
      • ou simplesmente DORT.

Característica do DORT

  • LER - Lesões por Esforços Repetitivos, foi adotada em 1993
    • refere-se a
      • distúrbios ocupacionais funcionais
      • ou orgânicos produzidos pela fadiga neuromuscular,
        • devido a exercícios estáticos ou repetitivos dos músculos.
  • partir de 1998, por meio da Ordem de Serviço no 606,
    • o INSS passou a adotar a sigla DORT para se referir
      • aos distúrbios decorrentes de sobrecarga funcional do sistema de músculos
      • e ligamentos dos membros superiores
      • vinculados ao trabalho.
  • dá-se preferência ao uso da sigla DORT,
    • pois ela abrange não só as lesões por esforço repetitivo,
    • mas também outros problemas osteomusculares que têm o trabalho como origem.
  • É importante destacar que os DORT vêm crescendo consideravelmente no Brasil,
    • e o que mais concorre para isso são as más condições de trabalho
    • e as desinformações técnicas do trabalhador.
  • Além disso, há ainda outros aspectos que também contribuem para esse crescimento.
    • De um modo geral, considera-se que os médicos não fazem o diagnóstico correto.
      • É preciso destacar que cabe ao médico do trabalho
        • e, em instância superior, ao médico perito do INSS
        • estabelecer a relação do distúrbio com o trabalho.
  • O médico especialista deve limitar-se a
    • identificar, claramente, o que está acontecendo com o trabalhador,
    • evitando vincular seu diagnóstico às situações de trabalho.
  • Não há política de reabilitação, e, nesse aspecto, é preciso coordenar três variáveis distintas.

Sinais e Sintomas de DORT

  • A dor está presente em todos os pacientes de DORT.
  • Quase sempre ela é desencadeada ou agravada pelo movimento repetitivo,
    • podendo ser aliviada nas fases iniciais por meio do repouso.
  • Há três padrões de dor, segundo Sikorski:
    • Musculotendinosa
      • é a dor mais comum,
      • localizada sobre os músculos ou tendões,
      • que tem caráter difuso(irradia)
      • e é agravada por contração muscular.
    • Nevrálgica
      • localiza-se na distribuição dos nervos periféricos
      • ou raízes nervosas,
      • podendo ser acompanhada de
        • parestesia
          • dormência, formigamento, agulhamento, pressão etc
        • e de entorpecimento.
    • Articular
      • localiza-se em uma ou mais articulações.
  • Além da dor, os pacientes queixam-se de
    • parestesia,
    • edema ou
    • inchaço subjetivo,
    • rigidez matinal
    • e alterações subjetivas de temperatura.
  • Também são verificados casos de limitação dos movimentos pela dor,
  • com repercussão direta sobre o trabalho, devido
    • à diminuição da produtividade
      • e com sintomas gerais, como
      • ansiedade,
      • irritabilidade,
      • alteração do humor,
      • distúrbios do sono,
      • fadiga crônica
      • e cefaleia causada pela tensão.

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© 2019 por Samuel