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Segurança no Trabalho: Higiene Ocupacional

  • Anotações referente ao estudo sobre Segurança no Trabalho provenientes de módulo de estudo do Instituto Monitor - © direitos reservados
  • Nas organizações, poucas vezes incluem o desenvolvimento da higiene ocupacional entre suas prioridades.
  • Exemplo:
    • se um produto químico tóxico for eliminado de um processo de trabalho,
    • ou utilizado com rigoroso controle,
      • não afetará nem a saúde dos trabalhadores
      • nem o meio ambiente
      • e os recursos naturais.
  • Portanto, a boa prática da higiene ocupacional contribui para um desenvolvimento
    • econômico,
    • social
    • e sustentável.
  • O crescimento global poderia contribuir para melhores padrões de vida no mundo,
  • desde que as políticas de comércio levassem em consideração
    • questões sociais, tais como
      • direitos humanos,
      • saúde dos trabalhadores,
      • proteção ambiental
      • e desenvolvimento sustentável.
  • Os muitos avanços tecnológicos podem ser utilizados
    • para a melhora das condições de trabalho
    • e para a proteção ambiental em âmbito mundial,
      • que são as tecnologias limpas e seguras,
      • que podem e devem ser cada vez mais desenvolvidas,
      • utilizadas e compartilhadas universalmente.
  • A tecnologia de informação pode dar uma contribuição imensa
    • para intercâmbios de conhecimentos
    • e experiências quanto
      • à ocorrência de riscos ocupacionais,
    • como também para
      • sua prevenção e controle.
  • Infelizmente, as regras da globalização são, com frequência,
    • ditadas pelos mercados financeiros,
    • e a perspectiva de lucro
      • se sobrepõe às preocupações quanto às dimensões sociais.
  • conforme as normas
    • referentes à saúde
    • e ao meio ambiente
      • se tornam mais rigorosas
      • e seu cumprimento,
        • mais dispendioso em certos países,
      • processos de trabalho poluidores
      • e com muitos riscos são transferidos para outros lugares.
  • Porém, se a prática correta da higiene ocupacional fosse acompanhada
    • como qualquer outro processo de trabalho,
      • para onde quer que fosse transferido,
    • muitos dos aspectos negativos da globalização poderiam ser eliminados.
  • A Higiene Ocupacional como ciência praticada profissionalmente
    • foi reconhecida oficialmente no Brasil em agosto de 2014,
      • graças à sua inclusão na Classificação Brasileira de Ocupações – CBO.
  • O fato de, até agora, não existirem diretrizes oficiais
    • quanto à formação de higienistas ocupacionais,
    • tem permitido que pessoas não qualificadas sejam responsáveis
    • pelo bem inestimável que é a saúde de nossos trabalhadores.
  • Portanto, é essencial que, ao lado desse reconhecimento oficial,
    • sejam adotadas diretrizes adequadas para o desenvolvimento da Higiene Ocupacional.

Norma Regulamentadora NR9

  • do Ministério do Trabalho e Emprego - existe há muito tempo.
  • requer que os locais de trabalho tenham um Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA
  • Exigindo competências de uma especialidade que oficialmente não existe.
  • Essa situação paradoxal resulta no desvirtuamento do PPRA
    • que, em vez de um programa
      • abrangente,
      • eficaz
      • e sustentável de prevenção,
    • se resume
    • a um simples laudo,
      • enumerando problemas
    • sem dar soluções
      • e sem mencionar riscos importantes
  • A falta de profissionais competentes
    • tem contribuído para essa situação.
  • Outras normas também exigem conhecimentos de higiene ocupacional.
    • para sua correta aplicação,
  • A formação adequada e experiência em higiene ocupacional constitui um aspecto de fundamental importância,
  • pois estes profissionais devem ser capazes de realizar uma série de tarefas:
  • Antecipar os fatores de risco
    • para a saúde
    • e o meio ambiente
      • que podem estar associados aos diferentes tipos de trabalho
  • e atuar para preveni-los
    • já nas etapas de planejamento
    • e projeto de processos, incluindo
      • equipamentos,
      • matérias-primas,
      • produtos químicos, etc.
      • e locais de trabalho
  • Identificar os agentes e fatores de risco
    • produtos químicos e poeiras,
    • agentes físicos e biológicos,
    • fatores ergonômicos e psicossociais
      • que podem estar presentes em locais de trabalho,
    • determinar as condições de exposição
    • e entender seus possíveis efeitos
      • na saúde e bem-estar dos trabalhadores
  • Avaliar a exposição dos trabalhadores
    • a agentes
    • e fatores de risco,
      • por meio de métodos qualitativos
      • e/ou quantitativos
    • e interpretar os resultados obtidos,
      • com vistas a eliminar a exposição,
      • ou reduzi-la a níveis aceitáveis
  • Projetar e/ou recomendar
    • medidas de prevenção
    • e controle de riscos,
      • eficientes e econômicas,
    • e integrá-las a programas bem gerenciados e sustentáveis
  • Identificar os agentes
    • que podem ter impacto sobre o meio ambiente
    • e contribuir para a proteção ambiental
  • Realizar a prevenção primária de riscos,
    • particularmente na fonte
    • tecnologias limpas,
    • substituição de materiais tóxicos,
    • práticas de trabalho seguras
  • Incentivar a participação dos trabalhadores.
  • Em vista da multiplicidade de fatores ocupacionais de risco
    • químicos,
    • físicos,
    • biológicos,
    • ergonômicos
    • e psicossociais
    • e das possibilidades para sua prevenção e controle,
      • esse campo requer formação especializada.
  • Além disso, é importante a abordagem multidisciplinar,
    • envolvendo várias ciências e profissões, incluindo
      • a Medicina do Trabalho,
      • a Higiene Ocupacional,
      • a Engenharia de Segurança,
      • a Ergonomia
      • e a Psicologia do Trabalho.
  • Portanto, higienistas ocupacionais devem
    • trabalhar bem integrados em
      • equipes multidisciplinares de saúde
      • e segurança ocupacionais.

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© 2019 por Samuel